MENSAGEM PSICOFÔNICA (DIVALDO FRANCO) DE DR. BEZERRA DE MENEZES NA 58a SEMANA ESPÍRITA DE VITÓRIA DA CONQUISTA (em 11/09/11). Nesses dias gloriosos, assinalados por tremendos conflitos, no âmago da criatura humana.Nesta hora, em que todos somos convocados à solidariedade Cristã, deveremos descruzar os braços para terçar as armas do Amor, construindo um mundo melhor, de paz e de caridade, pelo qual todos anelamos.Ouvistes, durante estes dias, as vozes Espirituais que desceram sobre vós outros, como no Pentecostes recuados.Médiuns, expositores, lavradores da Seara de Jesus, apresentaram-se aqui para falar da Era Nova, da Imortalidade. Acompanhastes com sorrisos e com emoções.Aplaudistes o verbo inflamado dos oradores, dos expositores, dos que desenvolveram os Seminários.Anotastes na mente e no coração os conteúdos profundos, em torno da Imortalidade.Encontrai-vos ricos de informações, e agora, quando vos preparais para retornar ao dia-a-dia, ao labor de toda hora...aplicai...aplicai, as lições profundas de sabedoria, de misericórdia e de amor.Sois os embaixadores da Era Nova. Jesus elegeu aqueles 70 da Galiléia, e os mandou, dois a dois para que divulgassem o Reino. Agora vos conclama a todos vós para que proclameis o Reino da Concórdia, a Era da Misericórdia, o momento da construção do Mundo Novo.Não tangiverseis, não vos permitais a sintonia com a onda avassaladora que toma conta da Terra, nesta transição de loucura.Por certo, as aflições tendem a piorar e o homem moderno, rico de tecnologia e pobre de amor, sentirá a falta das questões simples, da amizade pulcra, da bondade fraternal, do sorriso espontâneo, e terá que fazer a viagem de volta, infelizmente, através das lágrimas. Evitai, portanto, que isso aconteça e semeai a Esperança, a alegria de viver, a irrestrita confiança em Deus, que nos orienta através de Jesus, que prossegue conosco até o fim. Ele disse que nunca nos deixaria órfãos, os seus embaixadores estão entre nós, conosco e auxiliam-nos na Grande Arrancada, para o Mundo de Regeneração.Filhos, e filhos, e filhos...filhas, e filhas, e filhas da Alma, amai... não vos importem a ausência da resposta do amor, disputai a honra de amar. Sede vós aqueles que semeiam os formosos dias do porvir, exultando pela honra de haverdes sido convidados à hora última para a Seara do Bem. Em nome dos Espíritos Espíritas que aqui têm estado durante esta semana, e dos benfeitores que a todos nos ajudam, suplicamos a Deus e a Jesus que nos abençoe, que nos dê a Sua Paz. São os votos do servidor humílimo e paternal. Bezerra
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
TREINO PARA MORTE*
*XAVIER, Francisco Cândido. Cartas e crônicas. Pelo Espírito Irmão X. 12. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007. Cap. 4, p. 21-24. |
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
A Missão de cada Um
|
domingo, 26 de dezembro de 2010
Natal
As legiões angélicas, junto a Manjedoura, anunciando o Grande Renovador, não apresentaram qualquer palavra de violência.
Gloria a Deus no Universo Divino.
Paz na Terra.
Boa vontade para com os homens.
O Pai Supremo, legando a nova era de segurança e tranquilidade ao mundo, não declarava o Embaixador Celeste investido de poderes para ferir ou destruir.
Nem castigo ao rico avarento.
Nem punição ao pobre desesperado.
Nem desprezo aos fracos.
Nem condenação aos pecadores.
Nem hostilidade para com o fariseu orgulhoso.
Nem anátema contra o gentio inconsciente.
Derramava-se o Tesouro Divino, pelas mãos de Jesus, para o serviço da Boa Vontade.
A justiça do "olho por olho" e do "dente por dente" encontrara, enfim, o Amor disposto à sublime renúncia até a cruz.
Homens e animais, assombrados ante a luz nascente na estrebaria, assinalaram júbilo inexprimível...
Daquele inolvidável momento em diante a Terra se renovaria.
O algoz seria digno de piedade.
O inimigo converter-se-ia em irmão transviado.
O criminoso passaria à condição de doente.
Em Roma, o povo gradativamente extinguiria a matança nos circos. Em Sídon, os escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais seriam relegados ao abandono nos vales de imundície.
Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e, revelando-a, transitou vitorioso, do berço de palha ao madeiro sanguinolento.
Irmão, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o Mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros.
Natal! Boa Nova! Boa Vontade!...
Estendamos a simpatia para com todos e comecemos a viver realmente com Jesus, sob os esplendores de um novo dia."
(extraído da obra "Fonte Viva", ditada pelo espírito de Emmanuel, através do médium Chico Xavier)
Gloria a Deus no Universo Divino.
Paz na Terra.
Boa vontade para com os homens.
O Pai Supremo, legando a nova era de segurança e tranquilidade ao mundo, não declarava o Embaixador Celeste investido de poderes para ferir ou destruir.
Nem castigo ao rico avarento.
Nem punição ao pobre desesperado.
Nem desprezo aos fracos.
Nem condenação aos pecadores.
Nem hostilidade para com o fariseu orgulhoso.
Nem anátema contra o gentio inconsciente.
Derramava-se o Tesouro Divino, pelas mãos de Jesus, para o serviço da Boa Vontade.
A justiça do "olho por olho" e do "dente por dente" encontrara, enfim, o Amor disposto à sublime renúncia até a cruz.
Homens e animais, assombrados ante a luz nascente na estrebaria, assinalaram júbilo inexprimível...
Daquele inolvidável momento em diante a Terra se renovaria.
O algoz seria digno de piedade.
O inimigo converter-se-ia em irmão transviado.
O criminoso passaria à condição de doente.
Em Roma, o povo gradativamente extinguiria a matança nos circos. Em Sídon, os escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais seriam relegados ao abandono nos vales de imundície.
Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e, revelando-a, transitou vitorioso, do berço de palha ao madeiro sanguinolento.
Irmão, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o Mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros.
Natal! Boa Nova! Boa Vontade!...
Estendamos a simpatia para com todos e comecemos a viver realmente com Jesus, sob os esplendores de um novo dia."
(extraído da obra "Fonte Viva", ditada pelo espírito de Emmanuel, através do médium Chico Xavier)
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
RECONHECIMENTO
"MEDICINA RECONHECE "OBSESSÃO ESPIRITUAL"A obsessão espiritual como doença da alma, já é reconhecida pela Medicina. Em artigos anteriores, escrevi que a obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito.
|
MÉDIUNS
Consoando o ensino de Allan Kardec, os médiuns apresentam variedades nas suas aptidões, tornandoos mais ou menos proprios para obtenção de tal ou tal fenomeno ou genero de comunicação. Divididos em duas grandes categorias: Médiuns de efeitos físicos, tem o poder de provocar efeitos materiais ou manifestações ostensivas. Médiuns de efeitos intelectuais, são mais aptos a receber e transmitir comunicações inteligentes. Analizando os diferentes fenomenos produzidos sob influencia mediunica, percebe-se que em todos, há um efeito físico e quase sempre, aos efeitos fisicos se alia um efeito inteligente, isso, muitas das vezes,(sem apresentar nenhuma consequencia) dificulta o limite entre os dois efeitos.
MÉDIUNS DE EFEITOS FÍSICOS.
De acordo com a classificação adotada por Kardec, os principais médiuns de efeitos físicos são:
Médiuns tipólogos: aqueles pela influência dos quais se produzem os ruídos, as pancadas. Variedade muito comum, com ou sem intervenção da vontade.
Médiuns motores: os que produzem o movimento dos corpos inertes.
Médiuns de translações e de suspensões: os que produzem a translaçãoaérea e a suspensão dos corpos inertes no espaço, sem ponto de apoio. Entre eles há os que podem elevar-se a si mesmos.
Médiuns de efeitos musicais: provocam a execução de composições, em certos instrumentos de música, sem contato com estes.
Médiuns de aparições: (o mesmo que médiuns de materializações) os que podem provocar aparições fluídicas ou tangíveis, visiveis para os assistentes.
Médiuns de transporte: os que podem servir de auxiliares aos Espiritos para o transporte de objetos materiais. Variedade dos médiuns motores e de translações.
Médiuns pneumatógrsfos: os que obtêm a escrita direta> Conforme seja maior ou menor o poder do médium, obtêm-se simples traços, sinais, letras, palavras, frases e mesmo páginas inteiras. Basta de ordinário colocar uma folha de papel dobrado num lugar qualquer, ou indicado pelos Espiritos, durante dez minutos, ou um quarto de hora, às vezes mais.
Médiuns curadores: a mediunidade desta espécie, consiste na faculdade que certas pessoas possuem de curar pelo simples contato, pela imposição das mãos, pelo olhar, por um gesto, mesmo sem o concurso de qualquer medicamento. Semelhante faculdade incontestavelmente tem o seu principio na força magnetica; difere desta, entretanto, pela energia e instantaneidade da ação, ao passo que as curas magnéticas exigem um tratamento metódico, mais ou menos longo. Todos os magnetizadores são mais ou menos aptos a curar, se sabem proceder convenientemente; dispõem da ciência que adquiriram. Nos médiuns curadores, a faculdade é espontânea e alguns a possuem sem nunca ter ouvido falar em magnetismo.
MÉDIUNS DE EFEITOS INTELEQUITUAIS
A classificação adotada por Kardec é a seguinte:
Médiuns audientes: ouvem os Espiritos; é, algumas vezes, como se escutassem uma voz interna que lhes ressoasse no foro íntimo; doutra vezes é uma voz exterior, clara e distinta, qual a de uma pessoa encanada. Os médiuns audientes também podem converçar com os Espiritos. Quando se habituam a comunicar-se co certos Espiritos, eles o reconhecem imediatamente pelo som da voz.
Médiuns falantes: (o mesmo que psicofônicos) Os médiuns audientes, que nada mais fazem que transmitir o que ouvem, não são propriamente médiuns falantes, os quais as mais das vezes ouvem. Com eles o Espirito atua sobre os órgãos da palavra, como atua sobre a mão das dos médiuns escreventes. Em geral, o médiun falante se exprime sem ter conciência do que diz e diz amiúde coisas inteiramente fora do âmbito de sua idéias habituais, de seus conhecimentos e, até fora do alcance da sua inteligência. Não é raro verem-se pessoas iletradas e de inteligência vulgar expressar-se, em tais momentos, com verdadeira eloquência e tratar com incontestavel superioridade, de quetões sobre as quais seriam incapazes de emitir, no estado ordinário, uma opinião. Sebem esteja perfeitamente acordado quado exerce a sua faculdade, raro que o médiun falate guarde lembrança do que disse. Nem sempre, porém, é integral sua passividade. Alguns há que têm intuição do que dizem , no próprio instante em que proferem as palavras.
Médiuns videntes: Dá-se esta qualificação às pessoas que, em estado normal e perfeitamente despertas, gozam da faculdade de ver os Espiritos. A possibilidade de ve-los em sonho resulta, sem contestação, de um especie de mediunidade, mas não são médiuns videntes, propriamente dito.
Médiuns Sonambúlicos: Pode-se considerar o sonambulismo como uma variedade da faculdade mediúnica, ou, antes, são duas ordens de fenômenos que frequentemente se encontram ligados. O sonâmbulo age sobre a influência do seu próprio Espirito; sua própria alma é que, em momento de emancipação, vê, ouve, e percebe além dos limites dos sentidos. O que ele exprime haure-o de si mesmo; suas idéias são, em geral, mais justas do que no seu estado normal, mais extensos os seus conhecimentos, porque livre se lhe acha a alma. Ele vive antecipadamente a vida dos Espiritos. Enquanto que o médium, ao contrario, é instrumento de uma inteligência estranha; de certo, o sonâmbulo externa seus próprios pensamentos e o médium exprime os de outrem.
Médiuns inspirados: Nestes, muito menos aparentes são do que nos outros os sinais exteriores da mediunidade; é toda intelectual e moral a ação exercida pelos Espiritos sobre eles e se revela nas menores circunstâncias da vida como nas maiores concepções. Sobretudo debaixo desse aspecto é qu se pode dizer que todos são médiuns, porquanto niguém há que não tenha Espiritos protetores e familiares a empregar todos os esforços por lhe sugerir salutares idéias. No inspirado, dificil muitas vezes se torna distinguir as idéias que lhe são próprias do que lhe é sugerida. A espontaneidade é principalmente o que caracterisa esta última. A inspiração é eviênciadanos grandes trabalhos da inteligência. Os homens de gênio, de todas as ategorias, artistas, sábios, literatos, oradores, são sem dúvida Espiritos a
diantados, capazes por si mesmos, de compreender e conhecer grandes coisas; ora, precisamente porque são considerados capazes, é que os Espiritos que visam à execução de certos trabalhos lhes sugerem as idéias necessárias, de sorte que na maioria dos casos eles são médiuns sem o saberem. Tem vaga intuição de uma assistência estranha, porquanto aquele que apela para a inspiração nada mais faz do que umaevocação.
Mediuns de presentimentos: Pessoas há que, em dadas circunstâncias, têm uma imprecisa intuição das coisas futuras. Essa intuição pode provir de uma espécie de dupla vista, que faculta se entrevejam as consequências das coisas presentes; mas, doutras vezes, resulta de comunicações ocultas, que fazem de tais pessoas uma variedade dos médiuns inspirados.
Médiuns proféticos: É igualmente uma variedade dos médiuns inspirados. Recebem, com a permissão de Deus e com mais precisão do que os médiuns de pressentimentos, a revelação das coisas futuras, de interesse geral, que eles recebem o encargo de tornar conheidas aos homens, para lhes servir de ensinamento. De certo modo, o pressentimento é dado a maioria dos homens, para uso pessoal deles.; o dom da profecia, ao contrario é excepcional e implica a idéia de uma missão na terra.
Médiuns extáticos: os que em estado de êxtase, recebem revelações da parte dos Espiritos.
Médiuns pintores: (o mesmo que pictógrafos ou desenistas ): os que pintam ou desenham sob a influênia dos Espiritos. Falamos dos que obtêm trabalhos sérios, visto não se podar dar esse nome a certos médiuns que Espiritos zombeteiros levam a fazer coisas grotescas, que desabonariam o mais atrazado estudante.
Médiuns músicos: Os que executam, compôem, ou escrevem músicas, sob a influência dos Espiritos. há médiuns músicos, mecânicos, semimecânicos, intuitivos e inspirados, como os há para as comunicações literárias.
Dentre os médiuns de efeitos intelectuais, Krdec destaca pela sua importância à época da elaboração da Codificação Espirita, os escreventes ou psicógrafos, classificando-os segundo o modo de execução, segundo o desenvolvimento da fauldade, segundo o gênero e a particularidade das comunicações, segundo as qualidades físicas do médium e segundo as qualidades morais do médium, conforme se encontra nos itens 191 a 195 do cap. 16 da segunda parte do livro dos mediuns. Veremos aqui as principais característica dos médiuns psicógrafos, considerando-se tão somente o modo de execuão da sua faculdade, por apresentarem essas características os traços mais relevantes para a sua identificação.
A denominação de médiun psicográfo é dada a pessoas que escrevem sob a influência dos Espíritos. Assim como um Espirito pode atuar sobre os órgãos vocais de uma méduim falante e fazê-lo pronunciara palavras, também pode servir-se da sua mão para fazê-lo escrever. A mediunidade psicográfica apresenta três variedades bem distintas: os médiuns mecânicos, os intuitivos e os semi-mecanicos. Com o médium mecânico, o Espirito lhe atua diretamente sobre a mão, impulsionando-a. O que caracteriza este gênero de mediunidade é a inconciência absoluta por parte do medium, do que sua mão escreve. o movimento da mão independe da vontade de escrever. Com o médium intuitivo, a transmissão do pesamento serve de intermediário o Espirito do médium. O outro Espirito, nesse caso, não atua sobre a mão para movê-la, atua sobre a alma, identificando-se com ela e imprimindo-lhe sua vontade e suas idéias.
Nesta situação, o médium escreve voluntáriamente e tem consciência do que escreve, embora não grafe seus próprios pensamentos. Torna-se frequentemente dificil distinguir o pensamento do médium do que lhe é sugerido, o que leva muitos médiuns deste gênero a duvidar da sua faculdade.Podem reconhecer-se os pensamentos sugeridos pelo fato de não serem nunca preconcebidos; eles surgem a proporção que o médium vai escrevendo e não raros são opostos a idéia que este preveamente concebera. Podem mesmo estar fora dos conhecimentos e da capacidade do médium. Ha grande analogia entre a mediunidade intuitiva e a inspiração; a diferença consiste em que a primeira se restringe quase sempre a questões de atualidade e pode aplicar-se ao que esteja fora das capacidades intelectuais do médium; por intuição pode este ultimo tratar de um assunto que lhe seja completamente estranho. A inspiração se estende por um campo mais vasto e geralmente vem em auxilio das capacidades e preocupações do Espirito encarnado. Os traços da mediunidade são, de regra, menos evidentes.
O médium semimecânico, ou semi-intuitivo, participados outros dois gêneros. No médium puramente mecânico, o movimento da mão independe da sua vontade; no intuitivo, o movimento é voluntário e facultativo. O semimecanico sente na mão uma impulsão dada malgrado seu, mas ao mesmo tempo tem consciência do que escreve, a medida que as palavras se formam. Com o primeiro, o pensamento vem depois do ato de escrever; com o segundo, precede-o; com o terceiro acompanha-o.
Finalmente, Kardec inclui, ainda entre os médiuns psicógrafos, os seguintes:
Médiuns polígrafos: aqueles cuja escrita muda com o espirito que se comunica, ou apto a reproduzir a escrita que o Espirito tinha em vida.
Médiuns poliglotas: (o mesmo que méduins de xenoglossia) os que tem a faculdade de escrever (podem tais mediuns tambem falar), em limguas que lhes são desconhecidas.
Médiuns iletrdos: os que escrevem, como médiuns sem saberem ler, nemescrever no estado ordinário.
Do livro: Estudo Sistematizado da Doutrina Espirita; Programa complementar tomo único (Pags.215 a 219)
MÉDIUNS DE EFEITOS FÍSICOS.
De acordo com a classificação adotada por Kardec, os principais médiuns de efeitos físicos são:
Médiuns tipólogos: aqueles pela influência dos quais se produzem os ruídos, as pancadas. Variedade muito comum, com ou sem intervenção da vontade.
Médiuns motores: os que produzem o movimento dos corpos inertes.
Médiuns de translações e de suspensões: os que produzem a translaçãoaérea e a suspensão dos corpos inertes no espaço, sem ponto de apoio. Entre eles há os que podem elevar-se a si mesmos.
Médiuns de efeitos musicais: provocam a execução de composições, em certos instrumentos de música, sem contato com estes.
Médiuns de aparições: (o mesmo que médiuns de materializações) os que podem provocar aparições fluídicas ou tangíveis, visiveis para os assistentes.
Médiuns de transporte: os que podem servir de auxiliares aos Espiritos para o transporte de objetos materiais. Variedade dos médiuns motores e de translações.
Médiuns pneumatógrsfos: os que obtêm a escrita direta> Conforme seja maior ou menor o poder do médium, obtêm-se simples traços, sinais, letras, palavras, frases e mesmo páginas inteiras. Basta de ordinário colocar uma folha de papel dobrado num lugar qualquer, ou indicado pelos Espiritos, durante dez minutos, ou um quarto de hora, às vezes mais.
Médiuns curadores: a mediunidade desta espécie, consiste na faculdade que certas pessoas possuem de curar pelo simples contato, pela imposição das mãos, pelo olhar, por um gesto, mesmo sem o concurso de qualquer medicamento. Semelhante faculdade incontestavelmente tem o seu principio na força magnetica; difere desta, entretanto, pela energia e instantaneidade da ação, ao passo que as curas magnéticas exigem um tratamento metódico, mais ou menos longo. Todos os magnetizadores são mais ou menos aptos a curar, se sabem proceder convenientemente; dispõem da ciência que adquiriram. Nos médiuns curadores, a faculdade é espontânea e alguns a possuem sem nunca ter ouvido falar em magnetismo.
MÉDIUNS DE EFEITOS INTELEQUITUAIS
A classificação adotada por Kardec é a seguinte:
Médiuns audientes: ouvem os Espiritos; é, algumas vezes, como se escutassem uma voz interna que lhes ressoasse no foro íntimo; doutra vezes é uma voz exterior, clara e distinta, qual a de uma pessoa encanada. Os médiuns audientes também podem converçar com os Espiritos. Quando se habituam a comunicar-se co certos Espiritos, eles o reconhecem imediatamente pelo som da voz.
Médiuns falantes: (o mesmo que psicofônicos) Os médiuns audientes, que nada mais fazem que transmitir o que ouvem, não são propriamente médiuns falantes, os quais as mais das vezes ouvem. Com eles o Espirito atua sobre os órgãos da palavra, como atua sobre a mão das dos médiuns escreventes. Em geral, o médiun falante se exprime sem ter conciência do que diz e diz amiúde coisas inteiramente fora do âmbito de sua idéias habituais, de seus conhecimentos e, até fora do alcance da sua inteligência. Não é raro verem-se pessoas iletradas e de inteligência vulgar expressar-se, em tais momentos, com verdadeira eloquência e tratar com incontestavel superioridade, de quetões sobre as quais seriam incapazes de emitir, no estado ordinário, uma opinião. Sebem esteja perfeitamente acordado quado exerce a sua faculdade, raro que o médiun falate guarde lembrança do que disse. Nem sempre, porém, é integral sua passividade. Alguns há que têm intuição do que dizem , no próprio instante em que proferem as palavras.
Médiuns videntes: Dá-se esta qualificação às pessoas que, em estado normal e perfeitamente despertas, gozam da faculdade de ver os Espiritos. A possibilidade de ve-los em sonho resulta, sem contestação, de um especie de mediunidade, mas não são médiuns videntes, propriamente dito.
Médiuns Sonambúlicos: Pode-se considerar o sonambulismo como uma variedade da faculdade mediúnica, ou, antes, são duas ordens de fenômenos que frequentemente se encontram ligados. O sonâmbulo age sobre a influência do seu próprio Espirito; sua própria alma é que, em momento de emancipação, vê, ouve, e percebe além dos limites dos sentidos. O que ele exprime haure-o de si mesmo; suas idéias são, em geral, mais justas do que no seu estado normal, mais extensos os seus conhecimentos, porque livre se lhe acha a alma. Ele vive antecipadamente a vida dos Espiritos. Enquanto que o médium, ao contrario, é instrumento de uma inteligência estranha; de certo, o sonâmbulo externa seus próprios pensamentos e o médium exprime os de outrem.
Médiuns inspirados: Nestes, muito menos aparentes são do que nos outros os sinais exteriores da mediunidade; é toda intelectual e moral a ação exercida pelos Espiritos sobre eles e se revela nas menores circunstâncias da vida como nas maiores concepções. Sobretudo debaixo desse aspecto é qu se pode dizer que todos são médiuns, porquanto niguém há que não tenha Espiritos protetores e familiares a empregar todos os esforços por lhe sugerir salutares idéias. No inspirado, dificil muitas vezes se torna distinguir as idéias que lhe são próprias do que lhe é sugerida. A espontaneidade é principalmente o que caracterisa esta última. A inspiração é eviênciadanos grandes trabalhos da inteligência. Os homens de gênio, de todas as ategorias, artistas, sábios, literatos, oradores, são sem dúvida Espiritos a
diantados, capazes por si mesmos, de compreender e conhecer grandes coisas; ora, precisamente porque são considerados capazes, é que os Espiritos que visam à execução de certos trabalhos lhes sugerem as idéias necessárias, de sorte que na maioria dos casos eles são médiuns sem o saberem. Tem vaga intuição de uma assistência estranha, porquanto aquele que apela para a inspiração nada mais faz do que umaevocação.
Mediuns de presentimentos: Pessoas há que, em dadas circunstâncias, têm uma imprecisa intuição das coisas futuras. Essa intuição pode provir de uma espécie de dupla vista, que faculta se entrevejam as consequências das coisas presentes; mas, doutras vezes, resulta de comunicações ocultas, que fazem de tais pessoas uma variedade dos médiuns inspirados.
Médiuns proféticos: É igualmente uma variedade dos médiuns inspirados. Recebem, com a permissão de Deus e com mais precisão do que os médiuns de pressentimentos, a revelação das coisas futuras, de interesse geral, que eles recebem o encargo de tornar conheidas aos homens, para lhes servir de ensinamento. De certo modo, o pressentimento é dado a maioria dos homens, para uso pessoal deles.; o dom da profecia, ao contrario é excepcional e implica a idéia de uma missão na terra.
Médiuns extáticos: os que em estado de êxtase, recebem revelações da parte dos Espiritos.
Médiuns pintores: (o mesmo que pictógrafos ou desenistas ): os que pintam ou desenham sob a influênia dos Espiritos. Falamos dos que obtêm trabalhos sérios, visto não se podar dar esse nome a certos médiuns que Espiritos zombeteiros levam a fazer coisas grotescas, que desabonariam o mais atrazado estudante.
Médiuns músicos: Os que executam, compôem, ou escrevem músicas, sob a influência dos Espiritos. há médiuns músicos, mecânicos, semimecânicos, intuitivos e inspirados, como os há para as comunicações literárias.
Dentre os médiuns de efeitos intelectuais, Krdec destaca pela sua importância à época da elaboração da Codificação Espirita, os escreventes ou psicógrafos, classificando-os segundo o modo de execução, segundo o desenvolvimento da fauldade, segundo o gênero e a particularidade das comunicações, segundo as qualidades físicas do médium e segundo as qualidades morais do médium, conforme se encontra nos itens 191 a 195 do cap. 16 da segunda parte do livro dos mediuns. Veremos aqui as principais característica dos médiuns psicógrafos, considerando-se tão somente o modo de execuão da sua faculdade, por apresentarem essas características os traços mais relevantes para a sua identificação.
A denominação de médiun psicográfo é dada a pessoas que escrevem sob a influência dos Espíritos. Assim como um Espirito pode atuar sobre os órgãos vocais de uma méduim falante e fazê-lo pronunciara palavras, também pode servir-se da sua mão para fazê-lo escrever. A mediunidade psicográfica apresenta três variedades bem distintas: os médiuns mecânicos, os intuitivos e os semi-mecanicos. Com o médium mecânico, o Espirito lhe atua diretamente sobre a mão, impulsionando-a. O que caracteriza este gênero de mediunidade é a inconciência absoluta por parte do medium, do que sua mão escreve. o movimento da mão independe da vontade de escrever. Com o médium intuitivo, a transmissão do pesamento serve de intermediário o Espirito do médium. O outro Espirito, nesse caso, não atua sobre a mão para movê-la, atua sobre a alma, identificando-se com ela e imprimindo-lhe sua vontade e suas idéias.
Nesta situação, o médium escreve voluntáriamente e tem consciência do que escreve, embora não grafe seus próprios pensamentos. Torna-se frequentemente dificil distinguir o pensamento do médium do que lhe é sugerido, o que leva muitos médiuns deste gênero a duvidar da sua faculdade.Podem reconhecer-se os pensamentos sugeridos pelo fato de não serem nunca preconcebidos; eles surgem a proporção que o médium vai escrevendo e não raros são opostos a idéia que este preveamente concebera. Podem mesmo estar fora dos conhecimentos e da capacidade do médium. Ha grande analogia entre a mediunidade intuitiva e a inspiração; a diferença consiste em que a primeira se restringe quase sempre a questões de atualidade e pode aplicar-se ao que esteja fora das capacidades intelectuais do médium; por intuição pode este ultimo tratar de um assunto que lhe seja completamente estranho. A inspiração se estende por um campo mais vasto e geralmente vem em auxilio das capacidades e preocupações do Espirito encarnado. Os traços da mediunidade são, de regra, menos evidentes.
O médium semimecânico, ou semi-intuitivo, participados outros dois gêneros. No médium puramente mecânico, o movimento da mão independe da sua vontade; no intuitivo, o movimento é voluntário e facultativo. O semimecanico sente na mão uma impulsão dada malgrado seu, mas ao mesmo tempo tem consciência do que escreve, a medida que as palavras se formam. Com o primeiro, o pensamento vem depois do ato de escrever; com o segundo, precede-o; com o terceiro acompanha-o.
Finalmente, Kardec inclui, ainda entre os médiuns psicógrafos, os seguintes:
Médiuns polígrafos: aqueles cuja escrita muda com o espirito que se comunica, ou apto a reproduzir a escrita que o Espirito tinha em vida.
Médiuns poliglotas: (o mesmo que méduins de xenoglossia) os que tem a faculdade de escrever (podem tais mediuns tambem falar), em limguas que lhes são desconhecidas.
Médiuns iletrdos: os que escrevem, como médiuns sem saberem ler, nemescrever no estado ordinário.
Do livro: Estudo Sistematizado da Doutrina Espirita; Programa complementar tomo único (Pags.215 a 219)
domingo, 28 de novembro de 2010
Pais desorientados
Muitos pais da atualidade buscam, desesperadamente, orientação para educar bem seus filhos.
Seja pela enxurrada de informações desencontradas ou pela culpa que os especialistas jogam sobre seus ombros, muitos pais estão à beira do desespero.
Sentem-se impotentes na condução desses espíritos que Deus lhes confiou, e acabam perdendo a referência do que é bom e do que é prejudicial aos seus educandos.
Há pais que fazem de tudo para agradar os filhos. Há filhos que são verdadeiros tiranos de seus pais.
O que está acontecendo, afinal?
Importante refletir um pouco sobre esse assunto com lucidez e com disposição de buscar o acerto nessa nobre tarefa.
Há pais que têm medo dos filhos, não têm coragem de lhes perguntar aonde vão, com quem vão e a que horas voltam.
Não tocam no assunto "drogas" porque se sentem intimidados pelos olhares ameaçadores dos filhos.
Não exigem que os filhos lhes dêem satisfação de nada, não lhes mostram o caminho do respeito ao ser humano, nem lhes falam de religiosidade.
Muitos pais invertem seu papel de educadores e passam a obedecer os filhos, e esses se tornam os verdadeiros soberanos da casa.
Se o filho grita porque quer alguma coisa e ganha, estabelece-se o império da tirania.
Ele percebe que consegue o que quer com gritos ou com outro tipo de violência, e passa a usar esse artifício.
E essa situação se inicia, muitas vezes, na primeira infância, quando os pais não se dão conta de que é preciso corrigir o filho desde cedo.
À medida que a criança vai crescendo, os pais vão lhe dando tudo o que ela pede e até o que ela não pede e nem precisa.
Se a criança pede cinco reais, os pais dão logo dez, porque pode faltar.
E o filho se sente o único beneficiário de tudo o que os pais têm, e não se interessa em saber se eles têm, ou se estão passando necessidade para atender seus caprichos.
Quando o filho vai para universidade, os pais se esforçam para lhe dar o melhor carro.
Um carro que talvez nem eles mesmos têm ou tiveram.
Alguns passam a andar a pé, de carona ou de ônibus para emprestar o carro ao filho.
E esses filhos dão cada vez menos importância aos esforços dos seus servidores fiéis e passivos.
É evidente que os pais não fazem isso porque não gostam dos filhos ou porque querem criar tiranos domésticos, não.
Os pais geralmente amam seus filhos, mas estão desorientados, equivocados, inseguros.
Têm receio de prejudicar o filho, de fazê-lo se sentir diferente dos outros jovens, que fazem o que bem entendem, a hora que desejam.
Esses pais não se dão conta de que tomar certas posturas diante dos filhos, exigir-lhes que façam o que tem que ser feito, é justamente o de que eles necessitam.
É preciso que os pais tenham segurança e firmeza na educação que estão passando.
É preciso ensinar responsabilidade.
Estabelecer a ponte do diálogo, mas saber ouvir com atenção o que o filho deseja. Incentivar o filho a falar de si mesmo, do que gosta, do que não gosta.
Passar valores sociais, valores morais, valores religiosos, sem pieguice nem afetação.
Ensinar aos filhos o respeito, a fidelidade, a honradez.
Um pai não deve temer o filho, mas amá-lo, a ponto de corrigi-lo com energia quando for necessário.
É isso que Deus faz conosco, é isso que espera que nós façamos com os espíritos que confia à nossa guarda, na condição de filhos.
Pense nisso!
A responsabilidade pela orientação dos filhos, é dos pais.
Cabe aos filhos, e não aos pais, a obediência.
A inversão desse papel é que tem trazido tantos dissabores aos lares da atualidade.
Por essa razão, é importante que os pais assumam a parte que lhes cabe, com afeto e ternura, mas com firmeza e lucidez.
Pensemos nisso! Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.
Seja pela enxurrada de informações desencontradas ou pela culpa que os especialistas jogam sobre seus ombros, muitos pais estão à beira do desespero.
Sentem-se impotentes na condução desses espíritos que Deus lhes confiou, e acabam perdendo a referência do que é bom e do que é prejudicial aos seus educandos.
Há pais que fazem de tudo para agradar os filhos. Há filhos que são verdadeiros tiranos de seus pais.
O que está acontecendo, afinal?
Importante refletir um pouco sobre esse assunto com lucidez e com disposição de buscar o acerto nessa nobre tarefa.
Há pais que têm medo dos filhos, não têm coragem de lhes perguntar aonde vão, com quem vão e a que horas voltam.
Não tocam no assunto "drogas" porque se sentem intimidados pelos olhares ameaçadores dos filhos.
Não exigem que os filhos lhes dêem satisfação de nada, não lhes mostram o caminho do respeito ao ser humano, nem lhes falam de religiosidade.
Muitos pais invertem seu papel de educadores e passam a obedecer os filhos, e esses se tornam os verdadeiros soberanos da casa.
Se o filho grita porque quer alguma coisa e ganha, estabelece-se o império da tirania.
Ele percebe que consegue o que quer com gritos ou com outro tipo de violência, e passa a usar esse artifício.
E essa situação se inicia, muitas vezes, na primeira infância, quando os pais não se dão conta de que é preciso corrigir o filho desde cedo.
À medida que a criança vai crescendo, os pais vão lhe dando tudo o que ela pede e até o que ela não pede e nem precisa.
Se a criança pede cinco reais, os pais dão logo dez, porque pode faltar.
E o filho se sente o único beneficiário de tudo o que os pais têm, e não se interessa em saber se eles têm, ou se estão passando necessidade para atender seus caprichos.
Quando o filho vai para universidade, os pais se esforçam para lhe dar o melhor carro.
Um carro que talvez nem eles mesmos têm ou tiveram.
Alguns passam a andar a pé, de carona ou de ônibus para emprestar o carro ao filho.
E esses filhos dão cada vez menos importância aos esforços dos seus servidores fiéis e passivos.
É evidente que os pais não fazem isso porque não gostam dos filhos ou porque querem criar tiranos domésticos, não.
Os pais geralmente amam seus filhos, mas estão desorientados, equivocados, inseguros.
Têm receio de prejudicar o filho, de fazê-lo se sentir diferente dos outros jovens, que fazem o que bem entendem, a hora que desejam.
Esses pais não se dão conta de que tomar certas posturas diante dos filhos, exigir-lhes que façam o que tem que ser feito, é justamente o de que eles necessitam.
É preciso que os pais tenham segurança e firmeza na educação que estão passando.
É preciso ensinar responsabilidade.
Estabelecer a ponte do diálogo, mas saber ouvir com atenção o que o filho deseja. Incentivar o filho a falar de si mesmo, do que gosta, do que não gosta.
Passar valores sociais, valores morais, valores religiosos, sem pieguice nem afetação.
Ensinar aos filhos o respeito, a fidelidade, a honradez.
Um pai não deve temer o filho, mas amá-lo, a ponto de corrigi-lo com energia quando for necessário.
É isso que Deus faz conosco, é isso que espera que nós façamos com os espíritos que confia à nossa guarda, na condição de filhos.
Pense nisso!
A responsabilidade pela orientação dos filhos, é dos pais.
Cabe aos filhos, e não aos pais, a obediência.
A inversão desse papel é que tem trazido tantos dissabores aos lares da atualidade.
Por essa razão, é importante que os pais assumam a parte que lhes cabe, com afeto e ternura, mas com firmeza e lucidez.
Pensemos nisso! Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
O ASSISTIDO
Diante daqueles a quem socorres, não admitas que a caridade seja prerrogativa unicamente de tua parte. Enumera os bens que recolhes daqueles a quem amparas. Habitualmente doamos aos companheiros necessitados algo do que nos sobra, deles recebendo muito do que nos falta. É preciso não esquecer que da pessoa a quem assistimos obtemos benefícios substanciais, como sejam: a verificação de nossas próprias vantagens; o conhecimento das responsabilidades que nos competem, à frente dos outros; o aviso salutar, com relação aos deveres que nos cabem, na preservação dos bens da vida; a paciência com os nossos obstáculos e males menores; o ensinamento da provação com que somos defrontados; a aquisição de experiência; as vibrações de simpatia; o auxílio que recebemos para sustentar mais amplo auxílio aos outros; o consolo nos sofrimentos que, porventura, nos fustiguem; o crédito moral que se registra, a nosso favor, na memória dos espíritos encarnados e desencarnados que amparam a criatura em crises e empeços maiores que os nossos. Serve a benefício dos semelhantes, tanto quanto possas e como possas, em bases da consciência tranqüila, sempre que encontres o próximo baldo de equilíbrio, espoliado de esperança, sedento de paz ou cansado de angústia, nas trilhas do cotidiano, porque a caridade é sempre maior nos dividendos para aquele que dá. Por isso mesmo, temos no Evangelho do Senhor a advertência inesquecível: "mais vale dar que receber." Francisco Cândido Xavier, Ditado pelo Espírito Emmanuel. |
domingo, 22 de agosto de 2010
JÁ ESTOU MELHOR
Sim, eu já estou melhor e posso sentir uma paz reinar em meu coração. Eu não vim até aqui hoje para falar de coisas tristes, vim para dizer-lhes que meu coração está mais leve, sei que meu jugo é pesado por demais, porém o sentimento que hoje assola meu coração é de uma leveza inacreditavel, calma, hoje, posso agardecer-lhes, muito antes, tal atitude em nada faria parte de mim, nunca tive o hábito do por favor e nem mesmo o do muito obrigado, entretanto hoje o sentimento de tranquilidade me comove e se me perguntantas como estou te respondo que estou bem, melhorando sim, tenho ainda muita coisa pela frente, preciso consertar todo o mal que causei para muitas pessoas, mas para subir a escada é nescessário dar o primeiro passo, Gostaria de agradecer por toda atenção e paciência que tiveram comigo, espero em breve dar melhores noticias. Um Beijo Ana.
Mensagem psicografada pela irmã Katiusya Silva,(Karol), de um espirito que se identificou com o nome Ana, na tarefa mediunica do dia 21/08/2010, no "CENTRO ESPIRITA DIVINO MESTRE" no qual somos trabalhadores.
Mensagem psicografada pela irmã Katiusya Silva,(Karol), de um espirito que se identificou com o nome Ana, na tarefa mediunica do dia 21/08/2010, no "CENTRO ESPIRITA DIVINO MESTRE" no qual somos trabalhadores.
domingo, 15 de agosto de 2010
HARMONIZAI-VOS
Harmonizai-vos, porque os corações precisam caminhar na mesma direção. Nem sempre quantidade significa qualidade, no presente caso, todos aqui posuem diversas ligações e vários acontecimentos já ocorreram entre vocês para estarem juntos, hoje, aqui.
A escolha foi feita, cuidado, somente para que cada um pudese chegar ao seu tempo. Porém, somente chegar não é o bastante. As dificuldades são muitas, a cada dia que passa vão aumentar, e especializar, de acordo com a evolução de cada um de vocês.
Trabalhai-vos, irmãos, as dificuldades tendem a ser maiores, hoje, mas é necessário a evolução e a qualidade de vocês precisa acompanhar, para isso é necessário muito mais do que somente estar presente, estudar, vigiar, orar e, principalmente, a caridade para consigo mesmo e para com os outros.
O engrandecimento moral também é parte, o trabalho diário que leva à evolução, passo a passo, dia após dia, no tempo de cada um, mas sempre ocorrendo.
Irmãos, muitas vezes devemos lembrar que cada um de vocês não está sozinho, principalmente hoje em dia, cada um de vocês possui um ao outro. O início de tudo é acreditar, tenham certeza que nada nessa existência acontece ao acaso, o acaso não os colocou juntos, então, para que tudo melhore e possa a cada dia que passa dar mais certo, seus corações precisam estar em harmonia, orem e peçam ao Pai a união, todos são diferentes, mas o fim pelo qual estão aqui é o mesmo, não esqueçam todos precisam estar unidos, um novo tempo começa após uma fase tumultuada.
Novos desafios virão e será necessário muito de vocês.
Adiante! Existe muito trabalho a ser realizado. Todos nós que estamos no outro plano, a cada dia que passa, torcemos e acreditamos em cada um de vocês, ajudamos no que podemos, mas o trabalho cabe à equipe, cada um no seu momento e no que lhe cabe, tendo sempre por fim a caridade e a consequente e tão esperada melhora e evolução.
Mensagem de um "Espirito amigo direcionada ao grupo" psicografada pela irmã KATIUSSYA SILVA(Karol) na tarefa mediunica do dia 14/08/2010, no "CENTRO ESPIRITA DIVINO MESTRE" no qual somos trabalhadores.
Mensagem de um "Espirito amigo direcionada ao grupo" psicografada pela irmã KATIUSSYA SILVA(Karol) na tarefa mediunica do dia 14/08/2010, no "CENTRO ESPIRITA DIVINO MESTRE" no qual somos trabalhadores.
Assinar:
Postagens (Atom)









